Mor-bandido virou mocinho,
E cá procuro paixão-de-infância.
Ondé quesse mundo vai parar?
Porque eu, eu vou continuar!
branca, fosca e nebulosa
deixe contornar o delírio dos pássaros
numa dança de ciganas e suas saias
queira não dizer mais nada
só girar, pairar e pousar
pense em nunca mais seus pés tocarem o chão
e nunca mais também poder entender
o que se passar detrás dessa nuvem
pense em só sentir, em descobrir
com os olhos do coração
o que realmente te faz existir
Nada melhor do que começar o ano com um delicioso Tapa de Luva!
É, e da sua própria consciência...
Estava eu, lendo a bíblia, inocentemente (nem tanto pelo dever religioso, mas principalmente por querer saber mais) quando aquela voz interior grita em megafone, estourando até os tímpanos da sua quinta geração: "Chuuuuuuuupa essa mangaaaaaaaaaaaaa"
Romanos, capítulo 2, verso 1:
"Porque, como está escrito, o nome de Deus é blasfemado entre os gentios por causa de vós".
E o Keyboard Cat como música de fundo... (Busque no youtube!)
Mesmo com a cara trincada de vergonha, vou tentar esclarecer as coisas.
Você diz às pessoas que serve a Deus de coração e é justo diante dele. E não muito tempo depois, você também conta às pessoas que levou vantagem quando a mulher da cantina errou pra mais o seu troco. Resultado: seus amigos vão ficar se perguntando se faz algum sentido ser fiel, ou mesmo temer a Deus. Isso porque como um nobre cavalheiro, o Papai do Céu sempre vai te ensinar discretamente, e não te castigar perante os homens. Logo, você vai saber que fez errado, mas talvez erre novamente, por não ter passado pelo constragimento de uma correção em público. No fim, você e Deus sempre estarão às boas (pela infinita misericórdia Dele), enquanto Ele e os outros estarão distantes (fruto do seu comportamento).
Logo, o mal que você produz faz com que as pessoas não enxerguem Deus na sua vida. Podem até achar que Ele não existe, já que em você Ele não se move... Estamos agindo como inimigos de Deus, e essa verdade dói.
Foi o que eu aprendi right now, e espero ter-lhe inspirado também!
Uma vez, quando era criança, acelerei tanto minha Ceci Caloi de rodinhas que não pude evitar a brusca batida de frente com a parede da varanda. Mais do que qualquer outra parte do corpo, "entre-as-pernas" doía demais, onde o quadro da bicicleta tinha se chocado com muita força.
No dia seguinte, no recreio da escola, uma de minhas colegas (Fernandinha) contava como tinha descoberto ser a primeira vez de uma menina. "Dizem que dói demais... tem uma 'carninha' protetora... depois que ela se parte, não há como voltar atrás..."
Fui pra casa angustiada. A única coisa que conseguia pensar era: como fazer minha mãe acreditar que, aos 9 anos de idade, eu havia perdido a virgindade num acidente de bicicleta?
Para quem quer se soltar
Invento o cais
Invento mais que a solidão me dá
Invento lua nova a clarear
Invento o amor e sei a dor de me lançar
Eu queria ser feliz
Invento o mar
Invento em mim o sonhador
Para quem quer me seguir eu quero mais
Tenho o caminho do que sempre quis
E um saveiro pronto pra partir
Invento o cais
E sei a vez de me lançar
Meus olhos estão ardendo. É o sol.
Quando era criança, amava ficar no sol. Porque o sol me deixava tonta e com sono, e era bom tirar cochilos na varanda, enquanto meus cachorros passeavam em cima de mim. Hoje, o sol é pra mim outra coisa. É um cara chato, que faz os meus olhos arderem demais. Tenho dormido pouco, bem menos do que gostaria... e o sol não me ajuda em nada. Ele vem com essa luz esmagadora me falar que já é dia, que estou atrasada, que as horas não param e não estou nem perto de conseguir o que queria. Criei uma espécie de intolerância à luz - um princípio de vampirismo.
Quando criança, era no sol que eu ficava tonta. Hoje é na lua. (E, pra ser bem sincera, nem sei se fecho os olhos mais...)